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Grandeza e servidão

Não é difícil defender uma instituição como o Congresso Nacional no momento em que ela ressurge como força política e em que as câmaras voltam a substituir as antecâmaras. O Senador José Fragelli e o Deputado Ulysses Guimarães, fixando-se nesse ponto, fizeram discursos fáceis, com o brilho habitual, e o presidente da Câmara limitou-se a uma pequena alusão à subvenção dos transportes e "das franquias", declarando que sem ela só os ricos chegariam ao Congresso.

A imprensa e a opinião pública não se empenham em denegrir o Congresso. Espontaneamente tem-se oferecido aos dirigentes da instituição a oportunidade de fazer correções nos desvios que assinalaram os últimos vinte e cinco anos da vida das câmaras legislativas. As distorções foram provocadas, em primeiro lugar, pela transferência da Capital da República. Brasília, para instalar-se como sede dos poderes, teve de oferecer facilidades com as quais só o poder público poderia arcar. Em seguida, veio o desastre do golpe [...]
15/09/1985

A oposição tinha deixado de ser idealista, passou a ser oposição de luta armada... para derrubar o regime militar. E os militares responderam com a maior violência: prendendo, torturando e matando. Aí foi uma coisa no estilo argentino: de parte a parte.

Carlos Castello Branco, o repórter do Brasil
Texto de Zózimo Tavares

"O Piauí teve, sim, outros expoentes, mas foi Carlos Castello Branco, o menino da Rua da Glória, a nossa glória maior”

Durante mais de meio século, ele foi o repórter político do Brasil. Um repórter que soube interpretar o país, na agonia de duas ditaduras e na esperança de duas redemocratizações; no suicídio de um presidente da República (Getúlio Vargas), na renúncia de outro (Jânio Quadros), na deposição de mais um (João Goulart) pelas armas e no impeachment de outro (Fernando Collor) pelas armações. [+]

Ao metre
Texto de Merval Pereira

No dia 25, o jornalista Carlos Castello Branco, uma espécie de patrono dos colunistas políticos brasileiros, o maior entre nós todos, teria feito 90 anos. Reproduzo aqui trechos do prefácio que escrevi para a reedição de seu livro clássico “Os militares no poder”, da Editora Record. E adianto que brevemente estarei lançando um livro, pela mesma editora, com o título de “O lulismo no poder”, uma homenagem ao mestre. [+]

Na seção TEXTOS você encontra todas as "Colunas do Castello" publicadas diariamente entre os anos de 1963 a 1993, além de entrevistas, discursos e correspondências. [+]

Os fatos narrados de forma precisa, clara e direta.
Desde Jânio Quadros até Fernando Henrique Cardoso.
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