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Presidente pode ir ao Supremo

Brasília — Do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Xavier de Albuquerque, recebi a seguinte carta datada do último dia 10:
"A propósito de sua nota — "por que Figueiredo não foi ao STF" — ontem publicada, desejo informá-lo que as normas de cerimonial das sessões solenes do Supremo Tribunal Federal destinam a todo Chefe de Estado, que o visita, assento à Mesa, à direita do Presidente. Foi o que se observou, por exemplo, na sessão de 18 de setembro de 1978, comemorativa do Sesquicentenário do Tribunal, à qual compareceu o Presidente Ernesto Geisel.
Não é exato, portanto, que não haja, no Supremo, onde sentar-se um Presidente da República. Há lugar sim, perfeitamente compatível com o status presidencial, já ocupado, também, várias vezes, para limitar-me aos últimos 20 anos, por Presidentes e Monarcas estrangeiros — Dwight Eisenhower, Charles de Gaulle, Heinrich Lubke, Eduardo Frei, Leopold Senghor, Balduino, da Bélgica; Olavo V, da Noruega, e Elizabeth II, da [...]
12/04/1981

"Ofereço diariamente na minha coluna um material jornalístico para os cientistas políticos examinarem, aceitarem ou não, e corrigirem. Sou apenas um repórter que oferece subsídios."

Carlos Castello Branco, o repórter do Brasil
Texto de Zózimo Tavares

"O Piauí teve, sim, outros expoentes, mas foi Carlos Castello Branco, o menino da Rua da Glória, a nossa glória maior”

Durante mais de meio século, ele foi o repórter político do Brasil. Um repórter que soube interpretar o país, na agonia de duas ditaduras e na esperança de duas redemocratizações; no suicídio de um presidente da República (Getúlio Vargas), na renúncia de outro (Jânio Quadros), na deposição de mais um (João Goulart) pelas armas e no impeachment de outro (Fernando Collor) pelas armações. [+]

Ao metre
Texto de Merval Pereira

No dia 25, o jornalista Carlos Castello Branco, uma espécie de patrono dos colunistas políticos brasileiros, o maior entre nós todos, teria feito 90 anos. Reproduzo aqui trechos do prefácio que escrevi para a reedição de seu livro clássico “Os militares no poder”, da Editora Record. E adianto que brevemente estarei lançando um livro, pela mesma editora, com o título de “O lulismo no poder”, uma homenagem ao mestre. [+]

Na seção TEXTOS você encontra todas as "Colunas do Castello" publicadas diariamente entre os anos de 1963 a 1993, além de entrevistas, discursos e correspondências. [+]

Os fatos narrados de forma precisa, clara e direta.
Desde Jânio Quadros até Fernando Henrique Cardoso.
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