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Governo precisa fazer política

O presidente fez o que devia fazer ao voltar ao país. Reuniu-se com sua gente e foi inteirar-se do que ocorreu na sua ausência e do que estava em pauta pendente de decisão. Evitou a cena e o espetáculo e foi recompor psicologicamente sua equipe afetada pelos últimos acontecimentos. Com o ministro da Justiça tratou da crise de relações do governo com o Congresso e examinou hipóteses de comportamentos futuros. Com a equipe econômica, inteirou-se da marcha da negociação da dívida externa e decidiu que resposta dar à proposta dos credores, preferindo mantê-la sob reserva até que seja transmitida aos interessados, e que possivelmente sejam consultados seus novos sócios na matéria, os senhores senadores. No mais, foi reiterado junto à ministra da Economia o dogma da não-indexação.

Um dos correligionários do presidente, o governador eleito Antônio Carlos Magalhães, tem estranhado que não se faça política no Palácio do Planalto. Para ele, governo tem que ter política, tem que [...]
17/09/1990

Eu nunca fui atraído por nada que representasse aperfeiçoamento físico. Nunca fiz ginástica. Meu único exercício era jogar futebol na rua e andar de bicicleta (sobre seu interesse pela carreira militar)...

Carlos Castello Branco, o repórter do Brasil
Texto de Zózimo Tavares

"O Piauí teve, sim, outros expoentes, mas foi Carlos Castello Branco, o menino da Rua da Glória, a nossa glória maior”

Durante mais de meio século, ele foi o repórter político do Brasil. Um repórter que soube interpretar o país, na agonia de duas ditaduras e na esperança de duas redemocratizações; no suicídio de um presidente da República (Getúlio Vargas), na renúncia de outro (Jânio Quadros), na deposição de mais um (João Goulart) pelas armas e no impeachment de outro (Fernando Collor) pelas armações. [+]

Ao metre
Texto de Merval Pereira

No dia 25, o jornalista Carlos Castello Branco, uma espécie de patrono dos colunistas políticos brasileiros, o maior entre nós todos, teria feito 90 anos. Reproduzo aqui trechos do prefácio que escrevi para a reedição de seu livro clássico “Os militares no poder”, da Editora Record. E adianto que brevemente estarei lançando um livro, pela mesma editora, com o título de “O lulismo no poder”, uma homenagem ao mestre. [+]

Na seção TEXTOS você encontra todas as "Colunas do Castello" publicadas diariamente entre os anos de 1963 a 1993, além de entrevistas, discursos e correspondências. [+]

Os fatos narrados de forma precisa, clara e direta.
Desde Jânio Quadros até Fernando Henrique Cardoso.
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